Quando vale a pena migrar de MEI para Microempresa (ME) em Mato Grosso
Muitos negócios começam como MEI e, com o tempo, crescem além do que essa categoria permite. Saber identificar o momento certo de migrar para Microempresa (ME) evita problemas fiscais e libera o negócio para crescer sem barreiras artificiais.
O primeiro sinal é o faturamento: o MEI tem limite de R$ 81.000,00 por ano. Se a projeção de faturamento do seu negócio em Campo Novo do Parecis ou região já se aproxima desse teto, o planejamento da migração deveria começar antes de ultrapassá-lo, não depois.
Ultrapassar o limite sem regularização pode gerar desenquadramento retroativo, com cobrança de impostos como se a empresa nunca tivesse sido MEI, além de multas. Fazer a migração de forma planejada, dentro do prazo, evita completamente esse problema.
O segundo sinal é a necessidade de contratar funcionários. O MEI pode ter apenas um empregado contratado, com salário mínimo ou piso da categoria. Se o negócio precisa de uma equipe maior, a migração para ME (ou EPP, dependendo do faturamento) se torna necessária.
A migração também costuma fazer sentido quando o negócio precisa emitir notas fiscais em maior volume ou variedade, participar de licitações públicas (que geralmente exigem porte empresarial acima de MEI) ou obter linhas de crédito empresarial maiores, já que bancos costumam oferecer condições melhores para ME do que para MEI.
O processo de migração envolve alteração do enquadramento na Receita Federal e na Junta Comercial, escolha do regime tributário (geralmente Simples Nacional, mas com faixas e alíquotas diferentes do MEI) e passa a exigir contabilidade completa, com escrituração mensal — o que também é uma boa notícia, porque traz mais visibilidade financeira sobre o negócio.
A Contabiliza acompanha esse processo de ponta a ponta para empreendedores de Mato Grosso: avaliamos o momento certo para migrar, cuidamos da parte burocrática e já assumimos a contabilidade mensal da nova ME desde o primeiro mês.
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